Um membro de um determinado grupo ao qual prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso deixou de participar.
Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo.
Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um brilhante fogo.
Supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe as boas-vindas, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando. O líder se fez confortável mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.
Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção a tudo, fascinado e quieto.
Então diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta em meio ao fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estou voltando ao convívio do grupo”.
Autor desconhecido.
Colaboração da irmã Maria Nancy Franklin
— Messejana
Para pensar: Diz o ditado popular: “Uma andorinha só não faz verão”; nós entendemos que qualquer irmão(ã) que se afasta da comunhão dos santos, acaba fatalmente sendo uma brasa que se esfria e vai se apagando, apagando, até morrer sem a luz do Senhor e sem o fogo do Espírito.
Você é um destes? Se for o seu caso volte aos braços do Pai urgentemente, você verá que é bem melhor estar em comunhão com o Divino e sua igreja do que estar longe em caminhos que levam a morte.
“Ovelha longe do aprisco é um prato delicioso para os lobos”.
Rev. Daniel de Barros
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